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Agência central da CEF vira espaço cultural
A poeria já começou a subir. A antiga agência central da Caixa Econômica Federal, na movimentada esquina das avenidas Almirante Barroso e Rio Branco, está em obras. O saguão monumental, com uma escadaria de granito em caracol, e o 2º andar passam por reforma para abrigar um novo centro cultural, com 5000 metros quadrados. O projeto do arquiteto José Luís Pinho, que assinou a recuperação do Centro Cultural da Justiça Federal, inclui duas salas de exposição com 600 metros quadrados, que atendam aos critérios de instituições internacionais para o empréstimo de obras. "Poderemos obter grandes mostras, como já ocorre no Conjunto de Brasília, que trouxe as gravuras de Picasso há dois anos", diz a gerente do conjunto cultural da CEF, Regina Ramos. O complexo terá ainda galerias de exposição, duas salas de cinema com 100 lugares cada uma - uma para projeção em película e outra digital -, um teatro de arena com 280 lugares, salas de ensaio, ateliês para oficinas e cursos e um café-livraria de 460 metros quadrados. "Desta vez, podemos trabalhar com espaços generosos", comenta Pinho. Orçada em 8 milhões de reais, a obra deve ser concluída até julho.
O projeto procurará dar mais leveza ao saguão da Avenida Almirante Barroso. As colunas gravadas serão preservadas, mas terão revestimento de gesso e ganharão cores claras, para não interferir nas obras de arte e nos objetos em exposição. "Vamos também mudar a iluminação, que é meio triste. É preciso que o público que passa pela área se sinta convidado a entrar", diz Pinho. Com pé-direito de 10 metros de altura, o saguão poderá exibir peças de grandes dimensões. A nova unidade funcionará integrada com o centro cultural da Avenida Venezuela, que tem duas galerias e o Teatro Nelson Rodrigues. A abertura do novo espaço não é o único investimento da Caixa Econômica Federal na área cultura da cidade. No ano passado foram gastos 6 milhões de reais em patrocínos desse tipo. Além da quantia, um convênio assinado com o Ministério da Cultura destinou 3,8 milhões de reais para o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Histórico Nacional. Este já recebeu a primeira parcela da verba destinada a obras de infra-estrutura e à restauração de uma grande galeria onde ficará a coleção de carruagens. Outras seis instituições cariocas foram berneficiadas com recursos do recém-criado programa de adoção cultural: os museus Nacional, Carmem Miranda, do Folclore, a Biblioteca Nacional, o Iphan e a Uerj. Juntas, elas receberam um reforço de 1,3 milhão no orçamento.
*Fonte: Veja Rio - 26 de janeiro de 2005 - página 18

Pascoal (hahah olha a cara do Pascoal hahah essa boca parece aquela das bonecas de sex-shop... hahahah), Luis (duas latas? hahaha esse cara é bom...), Cláudio (na Vila com a camisa do Salgueiro... o sujeito tá afim de ir pra vala, num tá? hahahah), Stivie (espião Mangueirense hahah), Márcia (esposa do Luís) e o Nano.
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Comentários: by Nano